"Golden Again"
"Golden Again"
Isto é, novamente e finalmente o Globo de Ouro é nosso. Novamente por repetir com a premiação melhor atores brasileiros: ano passado com a atriz Fernanda Torres e esse ano finalmente melhor ator Wagner Moura com seu prestigiado 'Agente Secreto". Prestigiado porque o mesmo ganhou na Categoria melhor filme.
Estamos chegando lá ?
Estão nos respeitando finalmente mesmo que de maneira tardia, como disse na crítica do Blog Ano passado com Fernanda Torres e Waltinho ?
De modo algum é tardio, ver o "molho baiano" em todas redes sociais sendo comentada e a força braileira ao erguer ídolo nesse caso merecido
e segundo o comentário da Kirsten Dunst ao exagerar sua admiração pelo Wagner Moura quando cita:
"Se eu fosse brasileira, ele seria meu herói. Acho que é algo lindo para seu país, toda a atenção que ele está recebendo, e vejo que ele encara isso com muito orgulho e responsabilidade. Estou animada pelo Wagner. Ele merece", declarou ela ao jornal The Washington Post.
Lindo é ver artistas como ela, Julia Roberts e Adam Sandler acarinhar em abraços Wagner no caminho do palco ao receber a estatueta "Golden".
Esse é o verdadeiro espírito nacionalista quando elegemos um brasileiro com feito incrível de maneira justa e saudável em pleno ano político em um país adoecido na dicotomia dos seus ídolos politicos-religiosos sobre forte influência norte-americana.
O lado bom da atual influência americana é eleger o alguém que contribui para cultura e conscientização de um estado democrático como Wagner, antes mesmo de dirigir o grandioso filme Mariguella, mas na sua vocação como ator que nesse país possui uma função de educar seus cidadãos ao menos na vida política. E isso até o Clodovil dizia: "Viver é um ato político" - o brasileiro não entendeu isso bem, mas vamos caminhando nas mudanças slowly expressão que significa "devagar" ao começar a reconhecer os ídolos positivos como foi em um tempo quase pré-histórico do Ayrton Senna, como bom e grande ídolo brasileiro.
Mas "é preciso estar atento e forte..." como dizia a Gal, o ano começou e precisamos ser prudentes, ao aprender em definitivo que nenhum líder humano será o cabeça desse corpo da odisséia terrestre para ser considerado ídolo. Mas pensando bem, talvez ele tenha até sido humano, conhecido mundialmente como o próprio Wagner e Ayrton, mas vive nas nossas atitudes, silencioso mas eficaz, anônimo e que definitivamente nāo precisa de templos com CNPJs para dizer que ali é sua casa.
E Ele vive, dentro de cada um que semeia o amor e gratidão em prática no seu proximo. O nome dele é Jesus O Cristo, e voltará como ele mesmo disse, sempre precisar colocar ele ou outro como ídolo, mas como servo. Mesmo sendo Ele o maior, para o menor, quando partiu o pão e fez a Ceia do Senhor. E nos ensinou que "quem nāo vive para servir nāo serve para viver "
Blog Momento de Expressão com Bru Finazzi
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